Interferência do Vestuário no Desempenho, nd amplitude de Movimento e não Conforto ginástica laboral nd / interferência no desempenho do vestuário, a gama de movimento articular e conforto em ginástica laboral
Fonte: Rev. bras. cineantropom. Desempenho hum , 12 (6) para fora. 2010. .
Este Estudo de caso descritivo Objetivou analisar uma interferência do vestuáriono Desempenho, nd amplitude de Movimento (ADM) e nenhum dos exercícios físicos Conforto (EF) realizados ginástica laboral nd (GL) com Uniforme (UNI) e Vestuário Pará a Prática de exercícios físicos ( VEF). Participaram com 20 trabalhadoras de 28,9 ± 10,2 anos Apresentação de UMA Empresa de Florianópolis. Foram utilizados UMA Câmera fotográfica, banco de Wells, Questionário eentrevista. Foram realizados Sete EF: flexão do quadril, flexão do Ombro, flexão do tronco-ângulos do quadril e tornozelo, Extensão do Ombro, flexão do tronco Modificado-ângulos do quadril e tornozelo, adução horizontal do Ombro e Teste de SENTAR e alcançar com UNI e VEF. Aplicaram-SE o Teste t pareado, Qui-Quadrado e Exato de Fisher, p? 0,05. Constatou-SE Que, com UNI, Sete trabalhadoras cuidavam parágrafo nao Mostrar o Corpo, 17 retiravampeças do Vestuário e 13 perceberam limitação do Movimento. A Presença de desconforto nd Parte Superior do Corpo FOI menor EF n º s de flexão do quadril e adução horizontal do Ombro e nd Parte inferior nn EF de flexão, Extensão e adução horizontal do Ombro.Com UNI, como Menores ADM foram fazer Opaco com VEF nn EF: flexão do quadril (p = 0,017), flexão do Ombro (p = 0,0075), flexão do tronco (quadril e tornozelo), flexão do tronco modificado (tornozelo) , Teste de SENTAR e alcançar (Valores angulares e LINEARES) (p <0,001). O Desempenho da flexão do tronco Melhor (tornozelo) FOI (p = 0,001) com UNI devido AO Calçado. CONCLUI-SE Que o Vestuário Tende uma interferir nd ADM e não Conforto, Mas nao há Desempenho dos exercícios físicos. (AU)
O objetivo deste estudo de caso descritivo foi analisar a interferência de roupa com o desempenho do exercício, amplitude de movimento articular (ROM), e conforto durante uma sessão de ginástica laboral vestindo um uniforme (UNI) e roupas de exercício específico (SEC). Vinte trabalhadores do sexo feminino (28,9 ± 10,2 anos) de uma empresa em Florianópolis foram estudados. A câmera fotográfica, banco Wells, um questionário e entrevista foram utilizados para a coleta de dados. Os sujeitos foram submetidos a sete tipos de exercício vestindo UNI e SEC: flexão do quadril, flexão de ombro, tronco-flexão dos quadris e os ângulos do tornozelo, extensão do ombro, tronco modificadas-flexão dos quadris e os ângulos do tornozelo, adução horizontal do ombro, e um sit-and- alcance do teste. Os resultados foram analisados usando o teste t pareado, teste do qui-quadrado e Fisher? S teste exato (p? 0,05). Sete mulheres vestindo UNI tendiam a não mostrar o corpo, 17 removidos alguma parte da UNI, e 13 observou limitação de movimento. Desconforto foi menor na parte superior do corpo durante a flexão do quadril e adução horizontal do ombro e na parte inferior durante a flexão de ombro, extensão e adução horizontal do ombro. ROMvalues mais baixos foram observados para os indivíduos vestindo UNI em comparação com aqueles vestindo SEC durante a flexão do quadril (p = 0,017), flexão de ombro (p = 0,0075), flexão do tronco (quadril e ângulos do tornozelo), flexão do tronco modificadas (ângulos do tornozelo), ea sentar-se -alcance e-teste (valores lineares e angulares) (p <0,001). Desempenho do tronco flexão (ângulos do tornozelo) foi melhor na condição UNI (p = 0,001), probablybecause os sujeitos foram o uso de sapatos. Em conclusão, a roupa tende a interferir com ROM e conforto, mas não com o desempenho do exercício. (AU)
