sexta-feira, 30 de setembro de 2011

Saúde lança ferramenta para melhorar atendimento ao idoso



Objetivo é fornecer aos gestores e aos profissionais de saúde informações que auxiliem no planejamento de ações voltadas à população idosa
Em comemoração ao Dia Nacional e Internacional da Saúde do Idoso (1º de outubro), o Ministério da Saúde lança, em parceria com o Laboratório de Informações em Saúde, da Fiocruz, uma ferramenta que irá fornecer aos gestores e profissionais desaúde informações e indicadores que auxiliem na tomada de decisões e no planejamento de ações voltadas à população idosa.
O Sistema de Indicadores de Saúde e Acompanhamento de Políticas do Idoso (SISAP-Idoso) será oficialmente lançado durante o seminário “Relevância da informação para a construção e efetivação de política pública de saúde do idoso", que será realizado na segunda-feira (03), no campus da Fiocruz em Manguinhos (RJ).
Pelo SISAP-Idoso é possível fazer a consulta online dos indicadores, doenças, decretos, legislação, políticas públicas e programas que contemplam a saúde do idoso em todos os estados e municípios brasileiros. A ferramenta, também, possibilita sistematizar e acompanhar as políticas, programas e instrumentos de gestão, como o Pacto pela Vida, relacionados com a saúde do idoso, e estará disponível na página do MS.
“Esse espaço será útil ao Ministério da Saúde, pois contará com todo tipo de informação sobre o idoso que servirá como base para auxiliar na formulação e planejamento de ações para a saúde do idoso”, afirma a coordenadora da área técnica de Saúde do Idoso, Luiza Machado.
A atualização do sistema também será realizada pelos municípios, que receberão treinamentos para abastecer a página. Luiza Machadoexplica que esta medida servirá para melhorar o atendimento. “Se no interior do Amazonas foi verificado uma doença que não está sob controle, ao colocarmos esta informação no sistema teremos condições de averiguar o que está acontecendo e solucionar o mais rápido possível o problema”, destaca a coordenadora.
ESTATÍSTICAS- O Brasil, hoje, apresenta um contingente de aproximadamente 21 milhões de idosos (pessoas com idade igual ou superior a 60 anos); em 2025 esse número passará para 32 milhões, quando o Brasil ocupará o sexto lugar no mundo em população idosa, e em 2050 o percentual de idosos será igual ou superior ao de crianças de 0 a 14 anos.
Existem diversos fatores que contribuem para a maior expectativa de vida e, consequentemente, para o aumento da população idosa. Esse segmento da sociedade tem crescido de forma rápida e dentro desse grupo, os denominados “mais idosos, muito idosos ou idosos em velhice avançada” acima de 80 anos, também vem aumentando proporcionalmente e de maneira mais acelerada, constituindo o segmento populacional que mais cresce nos últimos tempos, sendo hoje mais de 12% da população idosa.
O efeito entre a redução dos níveis de fecundidade e de mortalidade no Brasil tem produzido transformações no padrão etário da população, sobretudo a partir dos anos de 1980. O ganho sobre a mortalidade e, como consequência, o aumento da expectativa de vida, associam-se à relativa melhoria no acesso da população aos serviços de saúde, às campanhas nacionais de vacinação, aos avanços tecnológicos da medicina, ao aumento do nível de escolaridade e de educação, aos investimentos na infra-estrutura de saneamento básico, ao incentivo a medidas de prevenção das doenças e promoção da saúde, à percepção dos indivíduos com relação às enfermidades.
PLANO– Para estimular um envelhecimento ativo e saudávelentre a população brasileira, o Ministério da Saúde dispõe do Plano de Ações de Enfrentamento às Doenças Crônicas Não Transmissíveis, que propõe estratégias que visam fortalecer o envelhecimento ativo de forma saudável. Paragarantir que o envelhecimento seja uma experiência positiva, deve ser acompanhado de oportunidades contínuas de saúde, participação e segurança.
As doenças crônicas não transmissíveis são as principais causas de óbitos no mundo, sendo responsáveis por elevado número de mortes prematuras e incapacidades. No Brasil, as DCNT se constituem no problema de saúde de maior magnitude, correspondendo a 72% das causas de mortes.
DIRETRIZES- A Área Técnica da Saúde do Idoso vem desenvolvendo ações estratégicas com base nas diretrizes contidas na Política Nacional de Saúde da Pessoa Idosa e nas metas propostas no Pacto pela Vida de 2006, objetivando promover o envelhecimento ativo e saudável, a realização de ações de atenção integral e integrada à saúde da pessoa idosa e de ações intersetoriais de fortalecimento da participação popular e de educação permanente, que serão descritas a seguir:
- Caderneta de Saúde da Pessoa Idosa-
- Caderno de Atenção Básica Envelhecimento e Saúde da Pessoa Idosa – Nº 19 – distribuídos para os profissionais da rede;
- Curso de Aperfeiçoamento em Envelhecimento e Saúde da Pessoa Idosa, na modalidade a distancia – visa à capacitação de profissionais de saúde da rede;
- Oficinas Estaduais de Prevenção da Osteoporose, Quedas e Fraturas em Pessoas Idosas, com o objetivo de sensibilizar e capacitar os profissionais de nível superior, preferencialmente aqueles que atuam na Atenção Primária;
- Oficinas de Prevenção da Violência contra a pessoa idosa com o objetivo de sensibilizar e capacitar os profissionais de saúde na identificação das pessoas idosas vítimas de maus-tratos e violência;
- Distribuição de Material Educativo;
Confira a programação
SERVIÇO
Seminário “Relevância da informação para a construção e efetivação de política pública de saúde do idoso" e lançamento do Sisap-Idoso
Data:03/10
Horário: das 9h às 17h
Local:Salão Internacional da Escola Nacional de Saúde Pública Sérgio Arouca (Ensp) Rua Leopoldo Bulhões, 1.480 - Manguinhos, Rio de Janeiro.
Por Tinna Oliveira e Neyfla Garcia, da Agência Saúde

Mesma mutação genética causa duas doenças diferentes, diz estudo


Cientistas norte-americanos descobriram que mutações em um único gene no corpo humano levam ao desenvolvimento de duas doenças neurológicas diferentes. O trabalho foi publicado na edição desta semana da revista científica "Neuron".
As alterações acontecem em um gene chamado "C9ORF72". Pessoas saudáveis podem ter até 23 cópias dele no organismo. Mas quando ocorre uma mutação, ele se descontrola e se multiplica, formando de centenas a milhares de cópias.
Quando isso acontece, duas doenças podem surgir: a "esclerose lateral amiotrófica" e a "demência frontotemporal" .
As doenças
A esclerose lateral amiotrófica é a doença que atinge o físico americano Stephen Hawking e é também conhecida como "mal de Lou Gehrig", um jogador de baseball dos Estados Unidos que morreu em 1941 vítima da enfermidade.

Esse tipo de esclerose mata neurônios que se estendem do cérebro até a medula espinhal e outros que vão da medula até os músculos do corpo. Quando essas células morrem, a habilidade de controlar o movimentos é perdida. Problemas para caminhar, falar, engolir e até respirar são comuns. Ela é fatal e não há cura conhecida. Estima-se que dois a cada 100 mil indivíduos têm a doença no mundo.
A doença é de diagnótisco difícil porque em seus primeiros estágios pode causar apenas mudanças de comportamento e, às vezes, alguma dificuldade com a linguagem.Já a demência frontotemporal atinge os neurônios da lateral e da frente do cérebro. Os  portadores têm dificuldade para organizar atividades, interagir com as pessoas e até mesmo de se cuidar.
Por isso,  os cientistas acreditam que ela deve ser bem mais comum do que as estatísticas apontam. "Nos Estados Unidos, nós estimamos o número de portadores dessa doença entre 20 mil e 30 mil, mas deve haver muito mais", diz Rosa Rademakers, neurocientista da Mayo Clinic, nos Estados Unidos, que fez parte do estudo genético divulgado na "Neuron".
A pesquisa
No estudo, 23% dos pacientes com esclerose e 12% das pessoas com demência consultadas tinham o gene alterado. As duas doenças apareceram em 4% dos casos do estudo.

De acordo com Rademakers, não está claro como o gene age para provocar as doenças. "Nós também não sabemos ainda quando uma pessoa irá desenvolver um ou outro problema ou os dois juntos", disse a médica em entrevista ao G1.
"Apesar de aparecerem nesses pacientes, nós não sabemos ainda como o gene se manifesta", explica Rademakers.
Os especialistas esperam que o conhecimento sobre o gene possa, no futuro, gerar terapias que possam atenuar ou evitar as doenças. "Infelizmente, ainda é muito cedo para falar em algo que possa alterar esse gene", diz a médica. "Uma opção, caso os estudos confirmem, pode ser o bloqueio ou a destruição dessas sequências repetidas do gene."

Pesquisa via Twitter diz que mau humor causado por trabalho é global


Sociólogos da Universidade Cornell, nos EUA, usaram o Twitter para examinar a evolução do humor das pessoas durante o dia. Eles concluíram que o trabalho, o sono e a quantidade de luz do dia afetam sentimentos como entusiasmo, felicidade, medo e raiva.
Durante dois anos, os pesquisadores Scott Golder e Michael Macy analisaram mais de 500 milhões de tuítes de cerca de 2,4 milhões de usuários do site em 84 países. Dessa forma, o estudo foi feito com um grupo que abrange diferentes condições culturais, geográficas e religiosas.
Em geral, os tuítes mais positivos foram registrados de manhã cedo e tarde da noite, assim como nos fins de semana, o que sugere que o estresse do trabalho cause mau humor. Nos fins de semana, os picos de tuítes ocorrem mais tarde, um sinal de que as pessoas acordem mais tarde no sábado e no domingo.
Algumas variações também indicam o efeito do trabalho sobre o humor. Nos Emirados Árabes, a semana de trabalho vai de domingo a quinta-feira; lá, os picos de tuítes bem humorados, no meio da manhã, ocorrem às sextas e sábados.
Os sociólogos consideram que uma pesquisa desse porte seria impossível sem as redes sociais. Antes, nenhum outro estudo tinha conseguido reunir pessoas com características tão diferentes. Além disso, a análise foi feita diretamente sobre o conteúdo postado pelos usuários, sem interferências. Para computar os dados, Golder e Macy usaram um programa de análise de textos chamado Linguistic Inquiry and Word Count.
O estudo foi publicado pela revista Science.

domingo, 25 de setembro de 2011

Bandagem Funcional - Kinesio - R$ 38,00



As bandagens KinesioSport possuem 5m de comprimento x 5cm de largura e estão disponíveis em seis cores. Selecione a cor abaixo e adicione a quantidade desejada em seu carrinho de compras.

PROMOÇÃO - R$ 38,00 a vista ou parcelado em 08 vezes de R$ 5,20 no cartão de credito
Descrição
KinesioSport é uma bandagem elástica adesiva desenvolvida com tecnologia de ponta, para uso exclusivo no método Kinesio Taping. Aplicada sobre a pele, atua nos músculos e articulações lesionados para reduzir a dor, relaxar e fornecer suporte aos mesmos, ainda que em atividade. Com o uso de KinesioSport, o paciente obtém os benefícios terapêuticos 24 horas por dia, e cada bandagem pode ser utilizada por cerca de 3 a 4 dias

Especificações


  • Hipoalérgica, feita de algodão. Não contém latex.
  • Elasticidade semelhante à da pele, possibilita a transpiração normal dos poros e proporciona conforto e flexibilidade.
  • Resistente à água, pode ser usada durante o banho e em qualquer atividade aquática.
  • Disponível em seis cores: preta, branca, azul, verde, vermelha e bege.



quinta-feira, 22 de setembro de 2011

CURSO DE OSTEOPATIA CLÍNICA

de 30 de Setembro a 02 de Outubro - Turma Confirmada


Sobre a Tecnica
coluna-miologiaA Osteopatia é uma metodologia extremamente eficaz de avaliação e tratamentos, que se utiliza de técnicas específicas de terapia manual e manipulação da coluna vertebral e demais articulações do corpo com a finalidade de reestabelecer a função das estruturas e sistemas corporais. Sendo assim um sistema metodológico prática, eficaz e de baixo custo.
Está embasada por fundamentos científicos de anatomia, fisiologia, e semiologia médica, e é tão benéfica que a OMS (organização Mundial de Saúde), reconhece e incentiva a sua prática.

Objetivo do Curso
Este curso tem como objetivo introduzi o aluno aos conceitos da Osteopatia e abordar os problemas mais comuns encotrados no dia a dia da clínica de Fisioterapia, e traçar uma abordagem muito pratica de avaliação e tratamento sob a ótica da Osteopatia. de avaliação e tratamento..
Ao final o aluno terá ferramentas suficientes para realizar um tratamento osteopático do início ao fim.

Conteúdo Programático

Histórico da Osteopatia
Leis de Still
Fisiologia Osteopática
Lesão Osteopática e disfunção somática
Conceito de Hipermobilidade e Hipomobilidade
Leis de Fryette
Indicações e contraindicações
Avaliação Osteopática Geral
  • Exame estático – Postural
  • Testes de mobilidade
  • Palpação estática e dinâmica
  • Testes Neurológicos
  • Teste de Mitchel
  • Estrela de dor
Princípios da Técnica de Jones
Princípios da Técnica de Músculo Energia
Princípios da Técnica Neuro Muscular
Princípios das Técnicas de Thrust
Biomecânica, avaliação e tratamento da coluna lombar
  • Testes Lombares
  • Técnicas de Thrust para Vértebras Lombares
  • Técnicas para tecidos moles
Biomecânica, avaliação e tratamento da Sacro-ilíaca
  • Testes de mobilidade da Sacro-ilíaca
  • Manobras de Thrust para Sacro-ilíaca
Biomecânica, avaliação e tratamento da coluna torácica
  • Testes para coluna torácica
  • Manobras de Thrust para torácica
  • Tratamento de tecidos moles envolvidos com a coluna torácica
Biomecânica, avaliação e tratamento da coluna cervical
  • Testes cervicais
  • Manobras de Thrust para cervical
  • Manobras de tecidos moles
  • Liberação miofascial para cervical alta
Biomecânica, avaliação e tratamento do membro superior
  • Avaliação do punho
  • Manobras com thrust para o punho
  • Mobilização para o punho
  • Manobras de Thrust e stretching para cotovelo
  • Manobras de mobilização para ombro
Biomecânica, avaliação e tratamento do membro inferior
  • Manobras para tornozelo
  • Manobras para meniscos
Público Alvo

Fisioterapeutas e estudantes de Fisioterapia

Carga Horária
30 Horas/Aula
80% Prático
Este curso é ministrado de Sexta a Domingo

Ministrante

Prof. Felipe Ribeiro Mascarenhas
Fisioterapeuta formado pela PucCamp 1998, Especialista em Osteopatia pela UCB 2003, Osteopata C.O. pela Escuela de Osteopatia de Madrid 2003. Especialista em Acupuntura Tradicional Chinesa pela WFCMS 2011, Especialista em RPG/RPM 1998, Especialista em Fisioterapia Traumato-ortopédica Funcional, Formação em técnicas de terapias manuais: Maitland, Cyriax, Quiropraxia, Posturologia, Liberação miofascial, Terapia Crânio-Sacro, Reequilíbrio Somato Emocional, Membro da Sociedade Brasileira de Estudos da Dor desde 2003, Professor da Escuela de Osteopatia de Madrid 2003, 2004, 2005, 2006, 2007 e 2008, Professor do Curso de Especialização em Terapias-Manuais UMC 2003, 2004, 2005 e 2006, Professor do Curso de Especialização em Terapias-Manuais FARN 2007, Professor do Curso de Especialização em Terapia Manual e Postural UNIFRAN 2004, 2005, 2006, 2007, 2008 e 2009, Professor do curso de Pós graduação em Terapia Manual UNINOVE 2011, Coordenador do curso de Pós Graduação em Osteopatia Estrutural CampCursos 2011, Proprietário do consultório Fisiom desde 2006, Serviços Prestados para multinacionais nas áreas de prevenção e Osteopatia (KS Pistões – 8 anos, GE-GEVISA – 5 anos, Systemate – 8 anos),Mais de 10 anos de experiencia de atuação.

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Emenda 29: votação nesta quarta

A regulamentação da Emenda 29 deve ser votada dia 21 pelos deputados federais

Na próxima quarta-feira (21), a Câmara dos Deputados deve votar a regulamentação da Emenda 29, que dispõe sobre os gastos com saúde no Brasil. Sua regulamentação evitará que o dinheiro destinado à saúde seja gasto em outras áreas.
Aprovada em 2000, a Emenda 29 definiu os percentuais mínimos para os gastos com saúde pública. Os mínimos exigidos pela Emenda 29 nos municípios são 15% de seus recursos, 12% para os Estados e a União deve corrigir os gastos de acordo com a variação do PIB.
O grave problema da Emenda 29 é que ela não define sobre o que pode ser considerado gastos na área da saúde, fazendo com que Estados e municípios contabilizem ações que não são propriamente da área da saúde, como a pavimentação de uma rua em frente a um hospital. A regulamentação da Emenda 29 pretende definir as ações que poderão ser consideradas despesas na área.
Um levantamento do Ministério da Saúde aponta que, em 2009, dez Estados não investiram o mínimo de 12% de suas receitas na saúde.
Vamos acabar com as farras de desvio do dinheiro destinado à saúde.
Clique aqui para enviar uma solicitação aos deputados para que votem a favor da regulamentação da Emenda 29.

Plano de saúde beneficiará quem participar de programa preventivo

 
A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) publicou uma resolução que incentiva a participação de beneficiários de planos de saúde em programas de envelhecimento saudável e prevenção de doenças. As operadoras podem oferecer até 30% de descontos nas mensalidades. 

Neste primeiro momento, a resolução é facultativa, informou a gerente-geral de Regulação Assistencial, Martha Oliveira. Mas, segundo o presidente da Associação Brasileira de Medicina de Grupo, Arlindo de Almeida, as operadoras devem aderir à concessão de descontos ou prêmios.

As operadoras podem criar programas amplos, como o que previne sedentarismo, ou específicos, para grávidas, por exemplo. Mas não podem cobrar resultados, como emagrecimento. O que está atrelado ao desconto é a participação. O resultado dessa participação depende de outros fatores, como pré disposição genética.
 
Fonte - Coffito

Grupo norte-americano revela novo gene ligado à doença de Parkinson

Gene regula produção de proteína que evita 'estresse' em células cerebrais. 
Estudo foi divulgado no 'American Journal of Human Genetics'.

Cientistas da Mayo Clinic, na Flórida, nos Estados Unidos revelaram a descoberta de um gene que estaria ligado ao desenvolvimento da doença de Parkinson. A novidade é tema da edição de setembro da publicação "American Journal of Human Genetics" (revista norte-americana de genética humana, em inglês).
Chamado EIF4G1, o gene ajuda as células cerebrais a resistirem ao "estresse", uma condição que pode levá-las à morte. Esse efeito é obtido a partir da produção de uma proteína, que é regulada pelo gene. Alterações no EIF4G1 causam problemas na ação dessa substância.
Segundo os cientistas, a descoberta do gene EIF4G1 pode servir para definir a frequência da doença em diversas populações no planeta e qual a influência desta parte do genoma no desenvolvimento de um problema que afeta até 1% de todas as pessoas acima de 50 anos no mundo.


No ano de 2004, pesquisadores da Mayo Clinic também participaram de um estudo que revelou um outro gene também responsável por provocar o surgimento da doença. Conhecido como LRRK2, as alterações nesse gene representam a maior parte da colaboração genética para o surgimento da doença de Parkinson.
Mutações nesse gene aparecem em até 40% dos portadores de Parkinson de etnia árabe-berbere, 10% em judeus asquenazes, 8% em bascos e até 3% em caucasianos. Esses dados estão presentes em um estudo sobre o gene LRRK2 divulgado na revista "Lancet Neurology", no final de agosto.
Agora, os cientistas querem saber qual a ligação entre os dois genes e aquilo que produzem. "É preciso estudar mais para saber se as proteínas reguladas pelos dois genes trabalham juntas ou se colaboram para o desenvolvimento do Parkinson de forma independente", diz Owen Ross, um dos autores de ambos os estudos, em entrevista ao G1.
A doença de Parkinson é causada por uma diminuição nos níveis de um neurotransmissor no cérebro chamado dopamina. A queda acontece pela morte de células em uma região conhecida como substância negra. Os sintomas mais conhecidos da doença são a rigidez e os tremores no corpo.

Dopamina e terapias

O especialista não chega a dizer que a queda no nível de dopamina é causada diretamente pela ação do gene recém-descoberto. "Se uma célula não consegue lidar com o 'estresse' por causa do gene, isso eventualmente vai levá-la à morte. Se as células que morrerem forem aquelas responsáveis pela produção de dopamina, talvez este seja um mecanismo pelo qual o gene provoque a doença", diz.
Um dos objetivos das pesquisas é saber quem tem risco de desenvolver a doença e, talvez, aplicar estratégias para proteger o cérebro do pacientes antes dos primeiros sintomas"

A identificação dos genes pode levar a diagnósticos antecipados no futuro. "Um dos objetivos das pesquisas é saber quem tem risco de desenvolver a doença e, talvez, aplicar estratégias para proteger o cérebro do pacientes antes dos primeiros sintomas", acredita Ross.
Mesmo pacientes com uma mesma origem genética para a doença podem apresentar os sintomas em diferentes fases da vida. "É preciso lembrar que o Parkinson não causa apenas problemas de movimentos, mas também problemas não ligados à capacidade motora do paciente."
Possíveis terapias a partir desses estudos incluem a manipulação dos genes para evitar que comprometam o cérebro ou das proteínas que eles regulam. "Essas pesquisas também nos ajudam a ver quais pacientes podem se beneficiar ou não deste tipo de tratamento", afirma o médico.

Curso Teorico e Prático de Bandagem Funcional


Próximas Turmas
- 24 e 25 de Setembro de 2011 - Campinas - Turma Especial


- 19 e 20 de Novembro de 2011 - Curitiba

CADA ALUNO IRA RECEBER UM ROLO DE BANDAGEM ELÁSTICA E UM ROLO DE BANDAGEM RÍGIDA, PARA UTILIZAÇÃO DURANTE O CURSO

Objetivo do Curso

Utilizando material de baixo custo, o aluno aprenderá a potencializar seus tratamentos com as técnicas de Bandagens Funcionais. O curso consiste em introduzir o fisioterapeuta aos conceitos de bandagem, e aprenderá na prática como realizar as principais técnicas de contenção, tratamentos de edemas e bandagens proprioceptivas.
"Realizar uma bandagem é manter em seus limites fisiológicos as funções de uma articulação, limitando as amplitudes máximas, para conservar somente o movimento útil de uma zona indolor."

Conteúdo Programático


Parte Teórica
- Histórico dos Métodos de Bandagens(Esportiva, McConnell, e Kinesio taping)
- Indicações
- Contra-indicações
- Princípios Ativos dos Métodos
- (Analgesia, Correções biomecânicas, Ativação ou inibição de músculos específicos, Reeducação Postural, Reequilíbrio Muscular).
Parte Prática
- Treinamento das Técnicas de Bandagem Esportiva, McConnell, e do Método Kinesio Taping.


Público Alvo

Fisioterapeutas e Educadores Físicos e estudantes de Fisioterapia e Educação Física

Carga Horária

20 horas/Aula
80% Prático
Este curso é ministrado de Sabado e Domingo sempre das 8:00 as 18:00 horas

Ministrante

Prof. Luiz Francisco Cachoni
Educador físico, Fisioterapeuta, Professor da Facudade Mario Schenberg, Supervisor de Estágio da UNIP-Alphaville e Faculdade Mário Schenberg na área de Ortopedia, Prof. convidado da Pós-graduação em Traumato-ortopédica da UNINOVE, Ministro Cursos na área de Bandagens Funcionais, Pilates Solo, Estabilização Segmentar, Terapia Manual( Método Maitland) e Dynamic Ball.

Investimento

Taxa de Inscrição R$ 60,00

A vista R$ 350,00 ou em até 5 vezes de R$ 75,00 ( Para Pagamento via Cheque Pré Datado)
A vista R$ 350,00 ou em até 18 vezes de R$ 23,30( Para Pagamento via Cartão de Credito)*

* Juros de 1,99% ao mês

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Bem-estar cresce à medida que envelhecemos, diz pesquisa

Não se trata de mera frescura: a ciência diz que existe, sim, a crise da meia-idade e que ela afeta homens e mulheres em todo o planeta. Resultados de pesquisas em vários países, na última década, têm mostrado que essa fase bate em média entre 40 e 50 anos, mas varia muito de acordo com a região. Mas um dado novo, curioso e surpreendente indica que a crise é só o fundo do poço. Depois de atingir o ponto mais baixo de "bem-estar" (alguns pesquisadores chamam mesmo de "felicidade"), a pessoa dá a volta por cima e vai ficando mais feliz por quase todo o resto da vida. É estranho, pois o senso comum indicaria que a felicidade tende a diminuir a cada velinha no bolo de aniversário. Os gráficos ligando satisfação pessoal e idade mostram uma curva em "U". A felicidade começa alta, vai caindo até chegar à base da letra e volta a subir com a idade. Os números variam muito, porém. Em uma pesquisa, a meia-idade chega aos 50 para americanos; em outra, aos 44,5. Os brasileiros atingem a crise aos 46,7, para um estudo, e, para outro, aos 36,5. Na Ucrânia, o mal-estar máximo chega aos 62,1 anos. "Essa diversidade vem das amostras pequenas nesses países. O número varia menos em grandes amostras", diz um dos autores do estudo da curva do "U" do bem-estar, o economista Andrew J. Oswald, da Universidade de Warwick, Reino Unido. O estudo analisou 500 mil pessoas, entre americanos e europeus, que responderam sobre seu estado emocional. Depois de se checar detalhes que poderiam afetar os resultados (renda, vida afetiva etc.), conclui-se que americanos atingem a crise aos 52,6 e europeus, aos 46,5. "A Segunda Guerra parece ter cobrado um preço maior dessa geração de europeus", na interpretação de Oswald. E o que explicaria o fenômeno em geral? Editoria de Arte/Folhapress ACEITAÇÃO "Minha teoria é que na meia-idade enfrentamos nossas deficiências e as aceitamos. Então ficamos mais contentes com a vida", diz Oswald. "Eu poderia ter sido jogador de futebol e feito gols contra o Brasil, mas percebi que teria de me contentar em ser professor", brinca. Outro estudo criou um "instantâneo da distribuição pela idade do bem-estar psicológico nos EUA" com base em 340.847 pessoas. E cravou a crise em torno de 50. Nesse estudo, a pessoa avaliava, numa escada com degraus de zero a dez, como se sentia em relação à vida. "Em qual degrau você se sente agora?" era a pergunta. O líder da pesquisa, Arthur A. Stone, da Universidade de Stony Brook, disse à Folha que considera a curva em "U" um enigma. "Nós e muitos outros estamos investigando fatores responsáveis, mas ainda não sabemos." Entre os fatores que eles esperavam que teriam impacto no resultado e não tiveram estão o gênero, o fato de ter filhos com menos de 18 anos em casa, o desemprego e a falta de um parceiro. Já o pesquisador Andrew Clark, da Paris School of Economics, usou dados de uma pesquisa britânica para seus estudos sobre a curva do "U". Um questionário com 12 itens registrou as sensações de estresse, depressão e falta de confiança dos entrevistados. As pessoas responderam se perdiam o sono por preocupação, se se sentiam sob pressão, se perderam a autoconfiança e se pensavam em si como alguém sem valor. Clark disse à Folha que a curva em "U" reflete o que acontece com gente de mais idade: promoções, filhos etc. "A diferença entre os países reflete as diferenças nesses fatores. Se você tem filhos aos 20, está lidando com adolescentes aos 35, se tem filhos aos 35, vai lidar com adolescentes aos 50. O divórcio também pode ocorrer em diferentes idades, em cada país. Isso soa como explicação", diz. E lidar com adolescentes estressa qualquer cristão. Clark também concorda com Oswald sobre a influência da perda de altas expectativas no aumento do bem-estar após a meia-idade. E dá o mesmo exemplo do jogador de futebol, embora o seu seja mais nacionalista: "Um dia desses eu desisti de jogar pela Inglaterra". A psicóloga Laura Carstensen, da Universidade Stanford, EUA, é autora de uma teoria pioneira que explica a alta da felicidade na velhice. SELETIVIDADE Segundo a sua "teoria da seletividade socioemocional", à medida que os horizontes de tempo vão ficando mais curtos, as pessoas priorizam determinados objetivos emocionais. Passam a evitar amigos chatos, por exemplo. "A experiência emocional fica melhor com a idade porque as pessoas passam a investir esforço em assuntos importantes para elas", escreveu Carstensen em artigo na "Psychology and Aging". O artigo descreve um experimento diferente dos outros. Enquanto os dados coletados por Oswald e Stone produziram um "instantâneo", uma amostra pontual na população, a equipe da psicóloga seguiu um mesmo grupo de pessoas por uma semana e repetiu o questionamento cinco e dez anos depois. A equipe concluiu: "O envelhecimento está associado com bem-estar geral, maior estabilidade emocional e mais complexidade, evidenciado pela maior ocorrência simultânea de emoções positivas e negativas". Dá para entender a capa da revista francesa "Le Point", com uma bela mulher sorridente, a estilista Inès de La Fressange, 53, e o título: "A vida começa aos 50". Ou porque, quando pediram ao dramaturgo Nelson Rodrigues (1912-1980) um conselho aos jovens, ele foi incisivo: "Envelheçam".

Ginástica laboral ajuda a prevenir doenças

Projeto na Câmara quer obrigar órgãos federais a oferecer atividade aos servidores
Da Agência Brasil

http://i2.r7.com/ginastica-laboral-450x338.jpgHélvio Romero/Agência Estado - 26/01/2011

A ginástica laboral pode ajudar na prevenção de doenças causadas pela má postura corporal no trabalho, segundo a presidenta da Associação Brasileira de Ginástica Laboral , Valquíria Aparecida de Lima.
- Os números de afastamentos do trabalho no INSS [Instituto Nacional do Seguro Social] estão cada vez maiores e só a prevenção pode ajudar.
Valquíria participou de uma audiência pública na Câmara dos Deputados para discutir o assunto.

Ela disse ainda que o brasileiro está cada vez mais sedentário, e o trabalho pode ser um lugar de incentivo à prática de atividades físicas.
- O trabalho é uma oportunidade de estimular uma vida mais saudável.

Segundo ela, uma pesquisa feita em empresas e indústrias de São Paulo e do Rio de Janeiro, com profissionais das áreas administrativa e têxtil, constatou que mais de 80% deles não praticavam qualquer atividade física.
- A inatividade traz prejuízos, e essas pessoas estão a caminho de ter alguma doença.

Marcos Maciel, membro da diretoria e conselheiro fiscal da Associação Brasileira de Ginástica Laboral em Minas Gerais, falou que há várias pesquisas sobre o assunto e a maioria delas concluiu que a "ginástica laboral é eficaz na redução do estresse, da fadiga e de doenças ocupacionais".

Tramita na Câmara dos Deputados o Projeto de Lei 6.083/09, que obriga os órgãos e as entidades da administração pública federal (direta e indireta) a oferecerem, no próprio local de trabalho, atividades de ginástica laboral aos servidores.
A matéria já foi aprovada na Comissão de Trabalho, Administração e Serviço Público e será apreciada pela Comissão de Seguridade Social e Família e pela de Constituição, Justiça e Cidadania.

Alzheimer passa despercebido para 75% dos portadores, diz relatório


Diagnóstico chega tarde para maior parte dos pacientes.

No mundo, cerca de 36 milhões de pessoas convivem com a doença.

Do G1, em São Paulo
O diagnóstico da doença de Alzheimer é desconhecido para 75% dos portadores, segundo um relatório mundial divulgado nesta terça-feira (13) pela Alzheimer's Disease International (ADI), órgão que reúne associações sobre a doença no mundo e está ligado à Organização Mundial de Saúde (OMS). Estima-se que 36 milhões de pessoas convivam com o problema no mundo.
O estudo foi conduzido por uma equipe de pesquisadores do Instituto de Psiquiatria do King's College, em Londres. Coordenados pelo professor Martin Price, os cientistas descobriram que mesmo países ricos detectam e documentam apenas de 20% a 50% dos casos da doença. Nas demais nações, o número de notificações da doença é igual ou inferior a 10%.

Para Prince, todos os países devem desenvolver estratégias nacionais para promover o diagnóstico precoce e o acompanhamento do avanço da doença nos pacientes por parte da comunidade médica.A falta de diagnóstico atrasa a chegada de informações, cuidados e tratamento para os portadores. Quando descoberta cedo, a doença de Alzheimer pode ter seus sintomas amenizados. Não há cura disponível para o problema, que afeta o bom funcionamento da memória, da coordenação motora e da capacidade de aprender.
A ideia é que os profissionais de saúde sejam capazes de detectar a doença nos primeiros momentos. O relatório também cita a necessidade de investimentos em pesquisas e o cumprimento das normas para diagnóstico definidas pela OMS para o combate ao Alzheimer.
O especialista ainda destaca que parte das intervenções feitas pelo médicos durante o tratamento da doença são mais eficientes apenas quando aplicadas durante o surgimento dos primeiros sintomas.
Segundo o relatório, ainda é comum que as pessoas acreditem que a doença seja uma parte natural do envelhecimento e que nada pode ser feito para revertê-lo.
O relatório completo da ADI está disponível no site da instituição (em inglês e em PDF).

terça-feira, 13 de setembro de 2011

Curso de RPG/RNP - CONFIRMADO

TURMA CAMPINAS

I Módulo -  17 a 23 de Setembro
II Módulo - 03 a 09 de Dezembro


Objetivo do Curso
coluna-miologia
Baseado em evidencias cientificas, este curso busca apresentar diversas técnicas de reeducação postural, evitando filosofias e técnicas não respaldadas pela ciência atual e que tornam o tratamento moroso, desmotivante e com evolução lenta. Priorizando o trabalho de propriocepção muscular e articular, respeitando os princípios de controle neurológico da postura, controle motor, estabilização, mobilidade e motricidade humana, atuando na postura estática, dinâmica e nos hábitos posturais do cotiano. Apresenta abordagens exclusivas desenvolvidas pelo Prof.Claret, em especial para o tratamento das escolioses

Conteúdo Programático
        
- Introdução ao Método RPG
- Histórico das Cadeias Musculares
- Biomecânica "principio das cadeias”
- Anatomia, Fisiologia e Biomecânica das Colunas Cervicais, Dorsais e Lombares.
- Objetivos da Associação do RPG à Fisioterapia Manipulativa;
- Avaliação Postural e Funcional
- Exame Subjetivo - Exame Objetivo
- Exames Físicos Funcionais dos Encurtamentos Musculares e Alterações Posturais (Testes Específicos);
- Tratamento das Cadeias através das tecnicas Miofasciais
-Técnicas de Liberação Miofascial.
- Execução das Posturas Básicas do Método RPG
- Posturas de Tratamento
- Autoposturas Globais e Analíticas
- Pompagens Articulares , Musculares e Circulatórias de todo o corpo;
- Manipulações Osteopáticas através das técnicas de stretching, articulatórias, músculo-energia e sua aplicabilidade nos desequilíbrios posturais;
- Atendimento completo
- Estudo de casos clínicos

Público Alvo
Estudantes do Último ao de Fisioterapia e Profissionais de Fisioterapia
Carga Horária
Curso realizado em 2 módulos de 7 dias cada um
140 horas/Aula
80% Prático
Este curso é ministrado de Sábado a Sexta-Feira sempre das 8:00 as 18:00 horas

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

Casos de câncer cresceram 20% em uma década no mundo, diz ONG


A incidência de câncer no mundo cresceu 20% na última década, com 12 milhões de novos casos ao ano, informou nesta quarta-feira a ONG World Cancer Research Fund (WCRF). Para efeitos comparativos, na última década, a população global passou de 6,2 bilhões de pessoas para 6,9 bilhões (aumento de cerca de 11%), segundo estatísticas da ONU.

Os cálculos do WCRF, feitos a partir de dados da Organização Mundial da Saúde, apontam que cerca de 2,8 milhões desses casos estão relacionados à alimentação, às atividades físicas e ao peso da população, "número que deve crescer dramaticamente ao longo dos próximos dez anos", segundo a ONG.

O alerta é feito em antecipação à conferência da ONU, entre 19 e 20 de setembro, sobre as chamadas doenças não transmissíveis - câncer, males cardiovasculares, doenças respiratórias crônicas ediabetes. "As doenças não transmissíveis são uma ameaça ao mundo inteiro e, em particular, países em desenvolvimento", diz comunicado da WCRF.

Brasil 

No caso do Brasil, os dados mais recentes levantados na pesquisa, disponibilizados pelo banco de dados Globocan, da OMS, datam de 2008 e apontam que os tipos mais comuns de câncer são, entre os homens, o de próstata (com 41,6 mil casos registrados) e pulmão (16,3 mil). Entre as mulheres brasileiras, a maior incidência era de câncer de mama(42,5 mil casos) e de colo do útero (24,5 mil). 
Para a WCRF, também aqui muitos casos de câncer têm relação com o estilo de vida. "Estimamos que cerca de 30% dos tipos de câncer que estudamos no Brasil estão relacionados à dieta, às atividades físicas e ao peso", disse por e-mail à BBC Brasil um porta-voz da ONG, Richard Evans.

"Com relação ao câncer de intestino, um dos tipos de câncer mais ligados ao estilo de vida, estimamos que 37% dos casos brasileiros estejam relacionados a esses fatores."

Dados da Pesquisa de Orçamentos Familiares 2008-2009, do IBGE, apontam um ritmo crescente de obesidade entre as crianças brasileiras: cerca de 16% dos meninos e 12% das meninas com idades entre 5 e 9 anos são hoje obesas no país, quatro vezes mais do que há 20 anos. O aumento recente da renda média do brasileiro levou à substituição dos alimentos naturais pelos industrializados e a maiores níveis de estresse e sedentarismo, que estão por trás do crescimento dos índices de obesidade na população, segundo analistas ouvidos pela BBC Brasil em agosto. O movimento foi acompanhado por um aumento nas taxas de excesso de peso, que passaram de 42,7%, em 2006, para 48,1%, em 2010, segundo pesquisa do Ministério da Saúde
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