quinta-feira, 29 de março de 2012

Acupuntura somente poderá ser exercida por médicos

Acupuntura somente poderá ser exercida por médicos, de acordo com julgamento do Tribunal Regional Federal da 1ª Região. A decisão, tomada terça-feira durante a análise de recurso interposto pelo Conselho Federal de Medicina, passa a valer a partir da publicação. O Conselho Regional de Farmácia já avisou que vai interpor recurso. Até o julgamento final, no entanto, a proibição irá valer.

"Vamos agora conversar para ver como será a aplicação desta decisão. Não queremos fazer caça às bruxas ou que consultórios de outras especialidades sejam da noite para o dia fechados", afirmou o ex-presidente do Colégio Brasileiro de Acupuntura, o médico Dirceu Sales. Atualmente existem pelo menos 500 farmacêuticos, fora outros profissionais, que fazem tratamento com acupuntura em seus pacientes. "É hoje uma atividade legal. Essas pessoas ficarão sem emprego?", questiona Paulo Varanda, do Grupo de Trabalho de Práticas Integrativas e Complementares.

O Conselho Federal de Medicina argumenta que somente médicos podem fazer diagnóstico e tratamento. "Mas o diagnóstico da acupuntura não é o tradicional. Não se avalia a presença de doença, mas o equilíbrio energético. Está muito distante do que é feito pela alopatia", argumentou Sales.

A polêmica se arrasta desde 2001, quando o CFM ingressou com ações contra conselhos de outras categorias profissionais, como psicologia e terapia ocupacional, que permitiam que seus integrantes fizessem acupuntura nos pacientes. Todas as decisões garantiam o direito da prática da atividade as outras profissões. "Foi um ganho para a saúde, para a segurança do paciente", afirmou o vice-presidente do Conselho Federal de Medicina, Carlos Vital Tavares Correa Lima.
Sales tem avaliação semelhante. "São usadas agulhas de vários tamanhos, em áreas nobres do corpo. O profissional precisa saber o que está fazendo".
Varanda, no entanto, avalia que a decisão é um grande retrocesso. "Em outros países, várias categorias profissionais podem exercer a atividade. O que médicos querem é que nós paguemos pedágio. Eles querem controlar a atividade, dirigir clínica. É puramente comercial".

O tema também é discutido no projeto de lei que define o que é ato médico, que tramita no Congresso. A proposta que está em análise não faz referência explícita à acupuntura. "A proibição é indireta, porque fala do uso de técnicas invasivas. Do jeito que está, dentro de algum tempo nem manicure vai poder atuar", disse Varanda.

Fonte - Uol Noticias

A.C.Camargo, em SP, atende fumantes de graça

São Paulo - Nesta quinta-feira (29) fumantes poderão ser atendidos gratuitamente por profissionais de Fonoaudiologia, Fisioterapia e Psiquiatria do Hospital A.C.Camargo. A ação ocorrerá no Conjunto Nacional, na Avenida Paulista, em São Paulo, e tem o objetivo de avaliar a qualidade da voz, a capacidade pulmonar e o nível de dependência de nicotina dos tabagistas. Eles terão, assim, uma ideia do quanto o cigarro interfere em sua saúde.

Desde segunda-feira, o Conjunto Nacional abriga a exposição “Câncer: Conhecer para Prevenir”, que traz esculturas das artistas Sandra Lee e Gigi Manfrinto que retratam como é possível prevenir o câncer com medidas cotidianas simples. Os personagens retratados pelas obras contam histórias inspiradas em fatos reais. As duas ações fazem parte da comemoração do Dia Mundial de Combate ao Câncer, em 8 de abril.

De acordo com o Hospital A.C.Camargo, os eventos têm o propósito de desmistificar o câncer, trazendo informações para a sociedade de forma simples e lúdica. “Com medidas simples, podemos fazer a nossa parte e evitar a doença. Ou, se ainda assim ela ocorrer, saber como lidar e se livrar dela e os principais instrumentos para isso são a informação e o diagnóstico precoce”, afirma o cirurgião oncológico e diretor clínico da instituição, Jefferson Luiz Gross. As informações são doJornal da Tarde.

Serviço:
Avaliações com oncologistas (29 de março)
Mostra “Câncer: Conhecer para Prevenir” (26 de março a 9 de abril)
Local: Conjunto Nacional, Avenida Paulista, 2073
De 2ª à 6ª das 7 horas às 22 horas e sábados/domingos das 10 horas às 22 horas.
AE

Fonte - Uol Noticia

Doses diárias de aspirina podem reduzir risco de câncer

Estudo sugere que o medicamento também reduz a chance de metástase, mas pode provocar sangramentos graves


Tomar pequenas doses de aspirina todos os dias pode prevenir e até ajudar a tratar alguns tipos de câncer, de acordo com um estudo feito por pesquisadores ingleses, publicado na revista científica The Lancet. Os cientistas descobriram também que a chance do câncer se espalhar pelo corpo é menor em pacientes que tomam aspirina, mas o medicamento aumenta o risco de sangramentos graves.
Os pesquisadores compararam dados de pacientes que tomavam aspirina diariamente para prevenir doenças vasculares com dados de pessoas que não tomavam o medicamento. Na maioria dos casos, a chance de morte por câncer era menor naqueles que tomavam aspirina. O estudo ainda aponta que em alguns casos de câncer a aspirina pode ainda ajudar no tratamento e também previne a metástase.
Peter Rothwell, da Universidade de Oxford, já havia realizado um estudo sobre os efeitos do medicamento. Segundo essa pesquisa anterior, o paciente precisava tomar a aspirina por dez anos para ter alguma proteção. Esse estudo atual aponta que a proteção pode fazer efeito em menos tempo, de três a cinco anos.

Fonte - Revista Epoca

Estudo americano revela que metade dos tumores é evitável

A metade de todos os cânceres poderia ser evitada se as pessoas adotassem estilos de vida mais saudáveis, afirmaram cientistas americanos em um estudo publicado nesta quarta-feira (28).
O tabagismo é responsável por um terço de todos os casos de câncer nos Estados Unidos e até três quartos dos casos de câncer de pulmão no país poderiam ser evitados se as pessoas não fumassem, destacaram em artigo publicado na revista "Science Translational Medicine".
O conjunto da sociedade deve reconhecer a necessidade destas mudanças e levá-las a sério na tentativa de desenvolver hábitos mais saudáveis, alertaram os pesquisadores.Estudos científicos já demonstraram que muitos outros tipos de câncer também podem ser evitados, seja com vacinas, como por exemplo as disponíveis contra o HPV (papilomavírus humano) e a hepatite, que podem provocar câncer de colo do útero e de fígado, ou com proteção contra a exposição ao sol, que pode causar câncer de pele.
"É hora de investirmos em aplicar o que sabemos", disse a principal autora do artigo, Graham Colditz, epidemiologista do Centro Oncológico Siteman da Universidade de Washington em St. Louis, no Missouri.
Praticar exercícios, comer bem e não fumar são hábitos chave para evitar quase a metade das 577.000 mortes por câncer nos Estados Unidos previstas para este ano, um número superado apenas pelas doenças cardíacas, acrescentou o estudo.
Mas os especialistas destacaram uma série de obstáculos para as mudanças de hábito em uma sociedade na qual, segundo estimativas, foram diagnosticados mais de 1,6 milhão de casos de câncer este ano.
Entre os obstáculos, destacaram o ceticismo de que o câncer pode ser evitado e o hábito de intervir tarde demais para deter ou prevenir um tumor maligno já instalado.
Além disso, grande parte das pesquisas sobre o câncer se concentra no tratamento no lugar da prevenção, e tende a ter uma visão de curto prazo no lugar de um enfoque de longo prazo.
"Os seres humanos são impacientes e esta característica humana, em si, é um obstáculo para a prevenção do câncer", ressaltou o estudo.
As grandes diferenças de renda entre as classes sociais altas e as baixas, que fazem com que os pobres tendam a ficar mais expostos a fatores de risco do que os ricos, complicam ainda mais o panorama.
"A contaminação e a delinquência, o transporte público deficiente, a falta de parques para brincar e fazer exercícios e a ausência de supermercados com alimentos frescos dificultam a adoção e a prática constante de um estilo de vida que reduza ao mínimo o risco de câncer e outras doenças", destacou o estudo.
"Assim como nos outros países, a estratificação social nos Estados Unidos exacerba as diferenças de estilo de vida, como o acesso a cuidados de saúde, a prevenção especial e os serviços de detecção precoce", informaram os especialistas.
"As mamografias, os exames de cólon, o apoio para a dieta e a nutrição, os recursos para parar de fumar e os mecanismos de proteção solar simplesmente estão menos disponíveis para os pobres", acrescentaram.
Isto significa que qualquer tentativa de superar as profundas desigualdades sociais deve ser apoiada por mudanças de política, disse outra autora do estudo, Sarah Gehlert, da Escola de Trabalho Social e da Escola de Medicina da Universidade de Washington.
"Depois de trabalhar em saúde pública durante 25 anos, aprendi que se quisermos mudar a saúde, temos que mudar as políticas", disse.
"Uma política estrita sobre o tabaco é um bom exemplo. Mas não podemos fazer a mudança de política por nossa conta... O que se requer é uma massa crítica de pessoas para falar com mais firmeza sobre a necessidade de uma mudança", acrescentou.
Fonte - G1

segunda-feira, 26 de março de 2012

Agenda de Cursos da Semana - Confira!

Curso de Ergonomia 
Turma Campinas
29 de Março a 01 de Abril
30 horas/Aula

Curso de Carboxiterapia - Últimas Vagas
Turma Campinas 
31 de Março 
10 Horas/Aula

Curso de Dermato Facial - Turma Confirmada
Turma São Paulo
31 de Março e 01 de Abril
20 Horas/Aula


segunda-feira, 19 de março de 2012

O que fazer quando a balança empaca

Quem tentou emagrecer e conseguiu, pelo menos uma vez na vida, sabe o que é o efeito platô -- mesmo que não o conheça por esse nome. Sabe quando a pessoa perde vários quilos e, a partir de certo ponto, a balança estaciona muito antes de atingir o peso ideal? Esse é o efeito platô.
É uma das maiores causas de frustração durante o emagrecimento. É nesse momento que muita gente desiste de persistir na dieta e na atividade física. Os estudos mostram que o platô pode acontecer em momentos diferentes durante o processo de emagrecimento. Por isso é tão importante saber como superá-lo.
Antes de tudo é preciso ter em mente que o corpo humano é um excelente poupador de energia. Quando percebe que a ingestão de calorias diminuiu, ele se apressa a estocar energia em forma de gordura. A natureza nos fez assim para sobreviver aos períodos de escassez de comida e de frio intenso que poderiam ter exterminado nossa espécie ainda no tempo das cavernas.
“Quando a pessoa começa a emagrecer, diminuem no sangue os níveis de um hormônio que avisa ao cérebro que a quantidade de gordura no organismo chegou ao nível ideal”, diz o médico Ricardo Meirelles, ex-presidente da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia. “Esse hormônio é chamado de leptina. Com menos leptina no sangue, o apetite aumenta”, afirma.
É nesse momento que a pessoa não consegue mais seguir a dieta e a balança estaciona. Esse mecanismo dá a dimensão do tamanho do desafio que a pessoa que tenta emagrecer tem pela frente. Emagrecer é lutar contra nossa própria natureza. Quem fracassa não é necessariamente um preguiçoso, sem vergonha na cara, nem amor próprio. Nada disso. É preciso persistir, com inteligência e dedicação, porque a natureza é poderosa. 

Persista na dieta: com o tempo, o organismo se acostuma com os níveis mais baixos de leptina e volta a dar sinais de saciedade mesmo que você coma moderadamente. Fuja das dietas milagrosas que provocam efeito sanfona, aquele engorda emagrece que não traz efeitos duradouros. Procure seguir um programa alimentar preparado por nutricionista ou médico. O planejamento da dieta não é coisa para amadores.Algumas dicas práticas:

Cuidado para não perder músculo demais: dietas que provocam grande perda de peso em pouco tempo levam à perda exagerada de massa muscular. Isso faz o metabolismo ficar mais lento. Mais da metade das calorias são usadas pelo corpo apenas para se manter em funcionamento – mesmo que você não pratique atividade física. Nesse gasto, está incluída a manutenção e sustentação da massa muscular. Se você fizer uma dieta radical, vai perder músculo demais. Resultado: o efeito platô vai se instalar.
Aumente sua massa muscular: Não pense em fazer apenas atividades aeróbias, como caminhada e corrida. Inclua na sua rotina atividades como musculação, Pilates e outras que ajudam a aumentar sua massa de músculos.
Mude sua atividade física: o corpo se acostuma a qualquer tipo de movimento ou estímulo. Isso não significa que seja preciso mudar a modalidade que você pratica a cada mês. Às vezes, mudanças sutis resolvem. Quem faz musculação, por exemplo, pode diminuir o tempo de descanso entre as séries ou aumentar o peso. Quem caminha ou corre na esteira pode mudar a inclinação dela. Quem caminha pode escolher as subidas em vez de ficar apenas num terreno plano.Qualquer alteração ajuda a estimular o organismo
Conte com apoio social: Escreva um blog para contar sua experiência e comemorar os avanços. Entre num grupo que tem o mesmo objetivo. Peça apoio da família ou de amigos. O apoio social ajuda a superar os momentos de fraqueza e de dúvida.
Observe suas emoções: Quando a balança empaca, muita gente desanima. O próximo passo é descuidar da alimentação, perder a disposição para se mexer e recuperar todo o peso de volta. Paciência é fundamental.
Chegamos a um ponto que considero fundamental. Estou convencida de que o que falta aos obesos na luta contra o excesso de peso não é apenas informação. É algo a mais. Esse algo a mais pode ser ter contato com processos mentais inconscientes.
“Perder peso é exatamente isso: uma perda”, diz a psicóloga Patricia Vieira Spada, autora do livroObesidade e sofrimento psíquico: realidade, conscientização e prevenção (Editora Unifesp). “No lado mais escondido da alma, há uma resistência inconsciente a ter uma vida mais saudável”, afirma.
Esquisito, né? Esquisito como a maioria das emoções que não conseguimos entender, traduzir por meio do raciocínio. Não as entendemos, mas elas continuam a existir e, muitas vezes, a conspirar contra a perda de peso.
Os psicólogos, não tenho dúvida, podem ser grandes aliados no processo de emagrecimento. O trabalho do analista é captar estados emocionais do paciente, traduzi-los para si mesmo e devolver essa interpretação, de uma forma que seja palatável.
Não há uma receita. O profissional fala de sua percepção sobre o que está acontecendo. Diz que aquilo lhe parece tal coisa. Muitas vezes, isso dá condições para que o paciente consiga digerir, processar o que está acontecendo.
“Nossa mente não passa só pela lógica. Aquela conversa fica no inconsciente e vai causando transformações que, muitas vezes, nem o analista, nem o paciente sabe como se deram. O fato é que os pacientes melhoram, estabelecem outra relação com a comida e emagrecem”, diz Patricia.
Sobre o efeito platô, Patricia faz uma observação interessante. “Às vezes, a pessoa não entende que o platô sinaliza que é hora de parar, de respeitar o próprio corpo, que dali em diante não dá mesmo para emagrecer mais. É preciso ter respeito pelo que é possível e não pelo que é desejado”, diz.
Quem quiser saber mais sobre obesidade e emoções pode acessar a entrevista que fiz com ela durante o lançamento do livro. Revirar os escaninhos mais obscuros da mente é um bom caminho para emagrecer com saúde e bem-estar, de forma duradoura e sustentável.
Até a próxima, queridos leitores. Antes gostaria de dividir uma novidade com vocês. Estreamos nesta semana o boletim saúde e bem-estar na Rádio CBN. Todas as segundas-feiras às 15h30, farei comentários, ao vivo, no programa CBN Total, ancorado pela jornalista Carolina Morand.
O tema de segunda-feira será obesidade. Os áudios também ficam disponíveis na internet. Muito obrigada pela atenção de sempre e até o nosso próximo encontro. Agora também nas ondas do rádio...

Fonte - Revista EPOCA

quinta-feira, 15 de março de 2012

Kit Combate a Flacidez Corporal - PROMOÇÃO

Atenção possuímos somente 5 kits então aproveite e não perca essa oportunidade 
De R$ 255,00 com 30% de Desconto por apenas R$ 179,00 
Parcelado em até 5 vezes sem juros de R$ 38,50 

Cada Kit Contem



Creme de Damasco para Gomagem 470g
Indicação: Para esfoliação corporal, ideal para todo tipo de pele. Benefício: Remove as impurezas e as células queratinizadas. Oxigena e renova a pele. Deixando a pele macia e aumentando a funcionalidade dos outros cosméticos a serem utilizados. Composição: Sementes de Damasco. 







Reafirman Spa Fluído - Skin-Up 300ml 
Excelente no tratamento e prevenção da flacidez e pele desvitalizada.
Melhora o tônus e a flacidez, hidratando e rejuvenescendo a pele. Pode ser usado em todo o corpo. 







Máscara Reestruturadora 240gr
Para todos os tipos de pele, rejuvenesce, tonifica e revitaliza dando suporte ao tecido conjuntivo responsável pela resistência da elasticidade da pele. 



Loção Tônica Collagen Peel 250ml 
Hidrata, tonifica e reestrutura a pele dando suporte ao tecido conjuntivo responsável pela resistência da elasticidade da pele. Age contra o processo de envelhecimento. 

Maiores Informações

campcursos@campcursos.com.br

São Paulo  - ( 11) 4063 - 3047
Campinas - ( 19) 4062 - 9298
Curitiba - ( 41) 4063 - 9298
Florianópolis ( 48) 4052 - 9435
Passo Fundo ( 54) 4052 - 9052
Porto Alegre ( 51) 4063 - 9397
Porto Alegre ( 51) 4063 - 8062







PROMOÇÃO SE INSCREVEU GANHOU

PROMOÇÃO SE INSCREVEU GANHOU !!!!!!
Entre no nosso site e faça sua inscrição para o curso de Fisioterapia Esportiva que acontecerá nos dias 24 e 25 de março em Campinas e ganhe uma BOLA SUIÇA de 65 cm totalmente grátis.


Segue abaixo instruções de validação:

- Promoção válida somente para o curso Fisioterapia Esportiva do dia 24 e 25 de março;

- Válido somente para aqueles que fizerem sua inscrição no site e efetuarem o pagamento da taxa de inscrição;

- Na ficha de inscrição do nosso site, no campo "dúvidas" colocar a frase "promoção bola suiça".

Lembramos que as vagas são limitadas.

Qualquer dúvida, favor nos informar.

Atenciosamente,

Equipe CampCursos

segunda-feira, 12 de março de 2012

Resumo Artigo Cientifico

Análise da eficácia da vacuoterapia no tratamento do fibro edema gelóide por meio da termografia e da biofotogrametria/ Analysis of vacuotherapy efficacy in fiber edema geloid treatment using thermography and biophotometry


O Fibro Edema Gelóide (FEG) pode ser definido como uma patologia multifatorial resultando em uma degeneração do tecido adiposo, passando por fases de alteração de matriz intersticial, estase microcirculatória e hipertrofia dos adipócitos, evoluindo para uma fibrose cicatricial. Este estudo teve como objetivo analisar por meio da termografia e da biofotogrametria Computadorizada, a eficácia do tratamento com a vacuoterapia no FEG. Foram realizadas 15 sessões com vacuoterapia em uma paciente com FEG. No início e ao término do tratamento a paciente foi avaliada por meio da termografia e pela biofotogrametria computadorizada. Para isso, foram obtidas imagens digitais para melhor interpretação da termografia. E com as bordas das depressões do FEG demarcadas, novas imagens digitais foram obtidas para serem analisadas pelo software Fisiometer 2.9. Com a análise comparativa pela termografia, verificou-se que houve uma regressão no grau do FEG, pela observação da imagem termográfica homogênea, sinalizando melhora da vascularização e aspecto cutâneo. Para os dados da biofotogrametria, realizou-se a análise estatística, por meio do teste Wilcoxon com significância de 5 por cento para os dados sem contração e com contração glútea, entre pré e pós-tratamento, tendo os dados apresentados significância estatística. A vacuoterapia apresentou ser uma técnica eficiente no tratamento do FEG, podendo ser indicada de forma isolada, bem como coadjuvante a outras técnicas fisioterápicas, porém os pesquisadores sugerem estudos com maior número de sessões ou a associação às demais técnicas da Fisioterapia Dermato- Funcional, para apuração também em um número maior de indivíduos.(AU)

Fonte: Fisioter. Bras; 11(1): 70-77, jan.-fev. 2010.

Exercícios físicos liberam hormônio que ajuda a queimar gordura

A descoberta de um novo hormônio pode trazer esperanças para pessoas com problemas de excesso de peso e diabetes. A substância tem a capacidade de aumentar o gasto energético e queimar mais gordura corporal durante a prática de exercícios físicos. O novo hormônio recebeu o nome de irisina, em referência à deusa grega Íris, a mensageira de Zeus, o rei dos deuses (os cientistas estão apostando mesmo no potencial do novo hormônio).
O estudo foi desenvolvido por pesquisadores da Universidade Harvard, nos Estados Unidos, liderados pelo cientista Bruce Spielgelman. O artigo, publicado na edição desta semana da revista científica Nature, detectou a presença de irisina no sangue de ratos e homens adultos submetidos a um período de exercícios físicos. Segundo os pesquisadores, a prática de exercícios libera uma série de proteínas. No organismo, uma dessas proteínas é transformada e resulta no novo hormônio. Ele seria o responsável por aumentar o consumo de energia corporal.
Os resultados demonstram que a irisina é um possível aliado no combate à obesidade e ao diabetes. Ainda não se sabe se um tratamento com o novo hormônio em longo prazo ou em maiores doses levaria à grande perda de peso. Os pesquisadores estimam que, no futuro, pode surgir um remédio a base da irisina. Por enquanto, ainda vale a boa e velha recomendação: pratique exercícios físicos.Além de benefícios na queima de gordura, a irisina também se mostrou eficaz no controle do nível de glicose (um tipo de açúcar) no sangue. Após receberem uma injeção do novo hormônio, ratos de laboratório obesos e resistentes à produção de insulina, a substância que controla o nível de açúcar no sangue, apresentaram melhoras significativas na tolerância à glicose, e uma pequena perda de peso.

Fonte - Revista Epoca

O que fazer para a enxaqueca não virar depressão

Quem sofre de enxaqueca convive com uma das mais incômodas – e, muitas vezes, incapacitantes – dores que o ser humano pode enfrentar. Os sintomas variam em intensidade, mas a descrição das sensações é mais ou menos assim: a cabeça pesa, alguma coisa parece martelar o cérebro, as veias pulsam nas têmporas, o estômago revira. Luz, cheiro, sons...Tudo se torna insuportável.
Se você conhece essas fases muito bem, não está sozinho. Cerca de 15% da população do planeta sofre de enxaqueca. No Brasil, são 25 milhões.
Homens e mulheres têm enxaqueca, mas ela é três vezes mais comum no sexo feminino. A explicação é a intensa variação hormonal que ocorre durante o ciclo menstrual.
Nesta semana, surgiu uma novidade. Ao analisar os dados de saúde de 36 mil mulheres que participam de um estudo americano que já dura décadas, os cientistas descobriram algo importante: a enxaqueca pode levar à depressão.
Essa é uma antiga suspeita, mas agora o epidemiologista Tobias Kurth, do Brigham and Women’s Hospital em Boston, conseguiu confirmá-la.
No início da pesquisa, nenhuma das voluntárias tinha sintomas de depressão. Mais de 6 mil mulheres sofriam de enxaqueca ou havia tido crises da doença no passado.
Depois de 14 anos de acompanhamento, mais de 3,9 mil mulheres haviam desenvolvido depressão. Os pesquisadores concluíram que o risco de depressão é cerca de 40% mais alto entre as mulheres que sofrem ou sofreram de enxaqueca.
A pesquisa demonstrou também que o risco de depressão é o mesmo no grupo de mulheres que têm enxaqueca com aura (distúrbios visuais que costuma preceder as crises) e entre as que não têm aura. O estudo completo será apresentado em abril durante a reunião anual da Academia Americana de Neurologia, em New Orleans.
“Esperamos que nossos resultados encorajem os médicos a conversar com as pacientes que têm enxaqueca sobre o risco de desenvolver depressão e as formas de evitá-la”, escreveu Kurth.
Ainda não se sabe com certeza por que a enxaqueca leva à depressão. É possível que as dores de cabeça frequentes comprometam de tal forma a qualidade de vida que a pessoa acaba deprimida. Alguns cientistas, porém, acreditam que existam razões biológicas (ainda não completamente desvendadas) por trás disso.
Infelizmente, a enxaqueca ainda não tem cura. Mas há maneiras simples e inteligentes que ajudam a evitar as crises. Saber que ela pode causar um problema ainda mais grave – a depressão – é mais uma razão para não descuidar da prevenção.
O que, de fato, funciona? Vamos a um pequeno guia. Ele serve para as mulheres e para os homens – com exceção, obviamente, das menções ao ciclo menstrual:
 Observe o que desencadeia as suas crises  
Vários fatores podem dispará-las: dormir pouco ou demais, viver estressado, consumir bebidas alcoólicas, estar no período menstrual, usar anticoncepcionais ou fazer reposição hormonal. Além disso, há os fatores genéticos. Quase sempre há vários casos de enxaqueca na mesma família. Faça uma lista de fatores desencadeantes suspeitos e converse com seu médico. Só ele poderá indicar a melhor estratégia de mudança de hábitos e os medicamentos mais adequados ao seu caso. Existem várias classes de drogas usadas no tratamento e recursos mais recentes, como a estimulação magnética transcraniana.

Algumas escolhas são péssimas para alguns pacientes e inofensivas para outros. 
Exemplos:Descubra quais são os alimentos do bem e do mal
1) Queijo, iogurte, vinagre, nozes contêm tiramina. Ela leva à dilatação dos vasos sanguíneos e pode desencadear crises em algumas pessoas
2) Frutas cítricas, como laranja, limão e abacaxi. Também podem dilatar os vasos e levar às crises
3) Vinho tinto contém flavonóides, substâncias que costumam agravar as crises de enxaqueca. O álcool também piora as crises
4) Azeite extravirgem contém substâncias que inibem a atividade de enzimas envolvidas em inflamações. Costuma ser uma boa opção para quem sofre de enxaqueca
5) Salmão é rico em ácidos graxos, que ajudam a regular a transmissão de sinais das células cerebrais e têm ação antiinflamatória. Boa pedida.
6) Chocolate é fabricado com feniletilamina e cafeína. As duas substâncias podem fazer mal a quem sofre de enxaqueca
7) Alimentos diet e light não costumam ser uma boa escolha. Estudos revelam que o adoçante do tipo aspartame pode desencadear crises
Analise como lida com as emoções
Se é perfeccionista, hiperativo ou ansioso, pode vir a sofrer de enxaqueca. Procurar ajuda especializada para mudar esses padrões de comportamento pode ser de grande valia. É também uma forma de evitar problemas ainda mais graves, como a depressão e outros transtornos psiquiátricos.
Durma bem 
Ir para a cama cedo e no escuro total aumenta a produção do hormônio melatonina. Ele contribui para a manutenção dos níveis do hormônio serotonina, que está em desequilíbrio em quem tem enxaqueca 
Pratique atividade física 
 É a forma mais simples de liberar substâncias que produzem sensação de bem-estar e auxiliam no combate à dor. Mas atenção: nos momentos de crise evite qualquer esforço físico.
Em resumo, ainda não inventaram uma forma mágica de acabar com a enxaqueca. Muito menos um jeito simples e rápido de debelar a depressão. Mas pequenas mudanças de hábito podem ter um valor gigantesco na soma total de momentos de prazer e sem dor que fazem a vida valer a pena. Experimente.