A Aeronáutica do Brasil realizará seleção de profissionais de nível superior voluntários à prestação do Serviço Militar Temporário no ano de 2013.
O Comando da Aeronáutica (COMAER) selecionará profissionais das
seguintes áreas: Administração; Arquitetura; Arquivologia; Artes
Musicais; Artes Plásticas; Biblioteconomia; Biologia; Direito; Educação
Física; Enfermagem; Educação Religiosa; Engenharia Agrícola; Engenharia
Agronômica; Engenharia Cartográfica; Engenharia Civil; Engenharia
Clínica; Engenharia da Computação; Engenharia de Agrimensura; Engenharia
de Telecomunicações; Engenharia Elétrica; Engenharia Eletrônica;
Engenharia Mecânica; Engenharia Metalúrgica; Engenharia Química;
Fisioterapia; Fonoaudiologia; Filosofia; Física; História; Língua
Espanhola; Língua Inglesa; Língua Portuguesa; Matemática; Museologia;
Nutrição; Pedagogia; Química; Sistema de Informação; Sociologia; Terapia
Ocupacional; e Zootecnia.
As oportunidades são para atuar nas regiões do Comando Aéreo Regional
(COMAR), nos seguintes municípios: Alcântara - MA; Belém - PA;
Fortaleza - CE; Parnamirim - RN; Recife - PE; Salvador - BA; Rio de
Janeiro - RJ; Barbacena - MG; Lagoa Santa - MG; Campo Grande - MS;
Guaratinguetá - SP; Pirassununga - SP; São José dos Campos - SP; São
Paulo - SP; Canoas - RS; Curitiba - PR; Florianópolis - SC; Santa Maria -
RS; Brasília - DF; Anápolis - GO; Boa Vista - RR; Manaus - AM; e Porto
Velho - RO.
Para concorrer os interessados devem atender alguns requisitos como:
ser brasileiro nato; ser voluntário; ter menos de 45 anos de idade até o
dia 31 de dezembro de 2013; ter concluído com aproveitamento curso
superior de graduação (bacharelado ou licenciatura plena); se do sexo
masculino, encontrar-se quite com o Serviço Militar até a data prevista
para a incorporação; e estar em dia com suas obrigações eleitorais.
O Estágio de Adaptação Técnico (EAT) destina-se a adaptar os
incorporados às condições peculiares do Serviço Militar Temporário e às
áreas profissionais em que atuarão no âmbito do COMAER, bem como ao
aprimoramento profissional dos integrantes do Quadro de Oficiais da
Reserva de 2ª Classe Convocados (QOCon). Já o Estágio de Instrução
Técnico (EIT) destina-se a atualizar e a complementar a instrução
ministrada no EAT ou nos estágios equivalentes ministrados pelas Forças
Armadas aos Oficiais R/2 da reserva não remunerada que venham a ser
incorporados.
As inscrições podem ser efetuadas em qualquer Organização Responsável
do COMAR da vaga pretendida, conforme relacionadas no Anexo B do
edital, no período de 22 de julho de 2013 ao dia 2 de agosto de 2013. Os
candidatos devem entregar os documentos previstos no edital.
A seleção será constituída das seguintes etapas: Avaliação
Documental; Concentração Inicial; Inspeção de Saúde (INSPSAU);
Concentração Final; e Habilitação à Incorporação.
Para conhecer mais detalhes sobre este concurso, acesse o site www.fab.mil.br e leia o edital completo.
Quiropraxia diagnostica e trata desvios na coluna
Foto: Terra
Você já pensou em se livrar daquela indesejável dor nas costas
sem tomar um remédio sequer? Ou em deixar de sofrer de hérnia sem
precisar se submeter a uma cirurgia? Esses e outros 'milagres' já são
possíveis graças à quiropraxia. Reconhecida pela Organização Mundial de
Saúde (OMS), a técnica se propõe a diagnosticar e tratar desvios da
coluna vertebral, fazendo com que eles voltem à posição original,
através da manipulação e alinhamento das articulações.
"Resolvemos até 95% dos casos. Os 5% restantes encaminhamos para ortopedistas e reumatologistas. O tratamento é multidisciplinar. É importante unir forças em busca de uma melhor qualidade de vida para o paciente", afirma Marcus Barros, fisioterapeuta com especialização em quiropraxia.
Como tratar os desvios
Fisioterapeuta há cinco anos e quiropraxista há dois, Marcus explica que a técnica se concentra na relação entre coluna vertebral e sistema nervoso central. Segundo ele, certos desvios nas articulações podem interferir no funcionamento da coluna, de músculos e nervos. "Tais 'desvios' surgem pelos mais variados motivos: de acidentes domésticos e má alimentação a posição inadequada ao dormir e falta de atividade física. É impressionante como tudo está relacionado à coluna. Até e principalmente o que a gente pensa que não está", completa Felipe Blumenberg, que divide consultório com Marcus em Ipanema.
A engenheira Elisabeth Borchert, 52 anos, garante que tentou de tudo para livrar-se de uma hérnia de disco na coluna cervical. "Fiz mais de 20 sessões de fisioterapia", contabiliza. O pescoço deixou de incomodar quando ela resolveu experimentar a quiropraxia.
"Os demais tratamentos são bons, mas os resultados demoram a aparecer. Quando eles me estalam toda, sinto um alívio inacreditál", brinca Elisabeth, que voltou ao consultório para tratar de uma tendinite no ombro.
Técnica regulamentada em mais de 70 países
O fundador da quiropraxia foi o canadense Daniel David Palmer. Autodidata, promoveu a primeira 'manipulação quiroprática' em 1895, quando corrigiu o problema de audição de um paciente, Harvey Lillard, com o simples alinhamento de uma vértebra da coluna. A palavra quiropraxia, cunhada por Palmer, é derivada do grego: quiro significa 'mão' e práxis, 'praticar'.
A quiropraxia já é regulamentada em mais de 70 países, como EUA, Canadá, Inglaterra, África do Sul e Austrália. No Brasil, a profissão ainda não é regulamentada, mas já está incluída no Código Brasileiro de Ocupações (CBO), do Ministério do Trabalho. Até o momento, apenas profissionais formados em Fisioterapia estão aptos a exercer a técnica da quiropraxia.
Na América Latina, apenas Brasil e México possuem cursos de nível superior em quiropraxia. O ensino no Brasil teve início em 1998, quando o Centro Universitário FEEVALE, em Novo Hamburgo (RS), criou um curso de pós-graduação para profissionais da área de saúde. Atualmente, a Universidade Anhembi Morumbi, em São Paulo, também oferece o curso.
Um método diferenciado
O grande diferencial da quiropraxia, segundo os especialistas, é enfatizar o poder do corpo de se recuperar espontaneamente de lesões ou traumas, sem o uso de remédios ou cirurgias. "Antes de mais nada, é preciso investigar a origem do problema. Se o paciente sofre de dor lombar, por exemplo, vamos tentar descobrir o porquê disso. Cirurgia só é recomendável em último caso, quando não houver mais possibilidade de cura pelo método convencional", diz Marcus.
Segundo ele, a consulta quiroprática consiste numa espécie de 'investigação'. Muitas vezes, a origem de determinada lesão só é identificada na terceira ou quarta sessão. Para tanto, os quiropraxistas se utilizam de muita conversa - para levantar o histórico do paciente - e, principalmente, 'apalpação'.
"Em alguns casos, o paciente atribui uma determinada dor a um tipo de problema que não corresponde à realidade. Só depois de muito investigar é que descobrimos que a origem do problema, na verdade, era outro diferente", salienta.
Tratar as causas
Mas as sessões de quiropraxia não terminam simplesmente com a aparente resolução do problema. "Temos a preocupação de tratar as causas. Daí, a necessidade de estabilizar e fortalecer as articulações afetadas. Até mesmo para o paciente não apresentar o mesmo problema depois", enfatiza Felipe.
Não são raras as vezes em que os especialistas complementam o tratamento quiroprático com exercícios físicos, reeducação postural e orientação nutricional. "Em alguns casos, o paciente precisa até reaprender a andar", diz Marcus.
A quiropraxia não lembra as massagens convencionais, sessões de acupuntura ou exercícios de Reeducação Postural Global (RPG). "A quiropraxia visa ao mesmo resultado do RPG. A diferença é que a duração do tratamento quiroprático é menor", assegura Felipe.
"Resolvemos até 95% dos casos. Os 5% restantes encaminhamos para ortopedistas e reumatologistas. O tratamento é multidisciplinar. É importante unir forças em busca de uma melhor qualidade de vida para o paciente", afirma Marcus Barros, fisioterapeuta com especialização em quiropraxia.
Como tratar os desvios
Fisioterapeuta há cinco anos e quiropraxista há dois, Marcus explica que a técnica se concentra na relação entre coluna vertebral e sistema nervoso central. Segundo ele, certos desvios nas articulações podem interferir no funcionamento da coluna, de músculos e nervos. "Tais 'desvios' surgem pelos mais variados motivos: de acidentes domésticos e má alimentação a posição inadequada ao dormir e falta de atividade física. É impressionante como tudo está relacionado à coluna. Até e principalmente o que a gente pensa que não está", completa Felipe Blumenberg, que divide consultório com Marcus em Ipanema.
A engenheira Elisabeth Borchert, 52 anos, garante que tentou de tudo para livrar-se de uma hérnia de disco na coluna cervical. "Fiz mais de 20 sessões de fisioterapia", contabiliza. O pescoço deixou de incomodar quando ela resolveu experimentar a quiropraxia.
"Os demais tratamentos são bons, mas os resultados demoram a aparecer. Quando eles me estalam toda, sinto um alívio inacreditál", brinca Elisabeth, que voltou ao consultório para tratar de uma tendinite no ombro.
Técnica regulamentada em mais de 70 países
O fundador da quiropraxia foi o canadense Daniel David Palmer. Autodidata, promoveu a primeira 'manipulação quiroprática' em 1895, quando corrigiu o problema de audição de um paciente, Harvey Lillard, com o simples alinhamento de uma vértebra da coluna. A palavra quiropraxia, cunhada por Palmer, é derivada do grego: quiro significa 'mão' e práxis, 'praticar'.
A quiropraxia já é regulamentada em mais de 70 países, como EUA, Canadá, Inglaterra, África do Sul e Austrália. No Brasil, a profissão ainda não é regulamentada, mas já está incluída no Código Brasileiro de Ocupações (CBO), do Ministério do Trabalho. Até o momento, apenas profissionais formados em Fisioterapia estão aptos a exercer a técnica da quiropraxia.
Na América Latina, apenas Brasil e México possuem cursos de nível superior em quiropraxia. O ensino no Brasil teve início em 1998, quando o Centro Universitário FEEVALE, em Novo Hamburgo (RS), criou um curso de pós-graduação para profissionais da área de saúde. Atualmente, a Universidade Anhembi Morumbi, em São Paulo, também oferece o curso.
Um método diferenciado
O grande diferencial da quiropraxia, segundo os especialistas, é enfatizar o poder do corpo de se recuperar espontaneamente de lesões ou traumas, sem o uso de remédios ou cirurgias. "Antes de mais nada, é preciso investigar a origem do problema. Se o paciente sofre de dor lombar, por exemplo, vamos tentar descobrir o porquê disso. Cirurgia só é recomendável em último caso, quando não houver mais possibilidade de cura pelo método convencional", diz Marcus.
Segundo ele, a consulta quiroprática consiste numa espécie de 'investigação'. Muitas vezes, a origem de determinada lesão só é identificada na terceira ou quarta sessão. Para tanto, os quiropraxistas se utilizam de muita conversa - para levantar o histórico do paciente - e, principalmente, 'apalpação'.
"Em alguns casos, o paciente atribui uma determinada dor a um tipo de problema que não corresponde à realidade. Só depois de muito investigar é que descobrimos que a origem do problema, na verdade, era outro diferente", salienta.
Tratar as causas
Mas as sessões de quiropraxia não terminam simplesmente com a aparente resolução do problema. "Temos a preocupação de tratar as causas. Daí, a necessidade de estabilizar e fortalecer as articulações afetadas. Até mesmo para o paciente não apresentar o mesmo problema depois", enfatiza Felipe.
Não são raras as vezes em que os especialistas complementam o tratamento quiroprático com exercícios físicos, reeducação postural e orientação nutricional. "Em alguns casos, o paciente precisa até reaprender a andar", diz Marcus.
A quiropraxia não lembra as massagens convencionais, sessões de acupuntura ou exercícios de Reeducação Postural Global (RPG). "A quiropraxia visa ao mesmo resultado do RPG. A diferença é que a duração do tratamento quiroprático é menor", assegura Felipe.
Fonte - Site Terra


