Pesquisadores da Universidade de Lancaster afirmam que baixos níveis de uma proteína no sangue pode ser um indicador precoce da doença

Não existe um teste específico para identificar o mal de Parkinson,
doença neurológica que afeta os movimentos. O diagnóstico é feito pela
exclusão de outras doenças. Um novo estudo, realizado por cientistas do
Reino Unido, pode dar pistas sobre como detectar o Parkinson nos
estágios iniciais da doença. Os pesquisadores perceberam que baixos
níveis no sangue de uma proteína chamada alfa-sinucleína fosforilada
(PAS) estão relacionados ao aparecimento da doença.
A equipe da Universidade Lancaster, liderada pelo biomédico David
Allsop, estudou um grupo de pessoas com Parkinson e um outro grupo com
pessoas saudáveis da mesma idade. O estudo, publicado no jornal da
Federação das Sociedades Americanas de Biologia Experimental, mostrou
que o grupo com a doença de Parkinson apresentou altos níveis da
substância PAS no sangue. “Um exame de sangue para a doença de Parkinson
significa saber se uma pessoa tem risco de desenvolver a doença antes
que os sintomas comecem”, afirma Allsop. Por enquanto, o teste é só uma
ideia. Outros estudos precisam replicar os resultados encontrados pelos
pesquisadores britânicos e parâmetros sobre os níveis da proteína
precisam ser determinados.
O distúrbio se desenvolve quando neurônios da área do cérebro
denominada substância negra (ou substância nigra) morrem ou deixam de
funcionar. Essa região do cérebro produz uma substância chamada
dopamina, que é um importante mensageiro químico, ou neurotransmissor. A
doença de Parkinson costuma aparecer em maior número em pessoas acima
de 50 anos. Os sintomas mais comuns são tremores, rigidez muscular,
lentidão de movimentos, desequilíbrio, além de alterar a fala e a
escrita. O Mal de Parkinson foi descrito pela primeira vez em 1817, pelo
médico inglês James Parkinson.
Milhões de pessoas ao sofrem com a mal de Parkinson. No final de sua vida o papa João Paulo II mostrou desenvolvimento lento e progressivo da doença. O ex-lutador Muhammad Ali e o ator Michael J. Fox também sofrem de Parkinson. No Brasil, segundo estimativas da Associação Brasileira de Parkinson, existem 200 mil pessoas com a doença.
Milhões de pessoas ao sofrem com a mal de Parkinson. No final de sua vida o papa João Paulo II mostrou desenvolvimento lento e progressivo da doença. O ex-lutador Muhammad Ali e o ator Michael J. Fox também sofrem de Parkinson. No Brasil, segundo estimativas da Associação Brasileira de Parkinson, existem 200 mil pessoas com a doença.
Nenhum comentário:
Postar um comentário